domingo, 24 de julho de 2016

O desenvolvimento do cânon do Antigo Testamento

A história da canonização da Bíblia é muito fascinante. À medida que Deus ia revelando sua palavra e o Espírito santo movendo seus profetas, nenhum deles tinha em mente como seu “capítulo” iria se encaixar no plano global do Senhor. E cada um destes capítulos nos mostra o grande amor de Deus pela humanidade e o plano maravilhoso da redenção, que só poderia vir de Deus que fez e sustenta todo universo.

Algumas distinções importantes

Os três passos mais importantes no processo de canonização
Há três elementos básicos no processo de canonização: a inspiração de Deus, o reconhecimento pelo povo de Deus e a coleção dos livros inspirados. A inspiração cabia ao próprio Deus, mas os dois passos seguintes, Deus os incumbiria a seu povo.

Inspiração de Deus – Deus deu o primeiro passo na canonização da Bíblia, quando ele mesmo os inspirou. O povo de Deus não teria como reconhecer a inspiração de um livro, se Deus mesmo não tivesse dotado os 39 livros que compõem o Velho Testamento, de autoridade divina.

Reconhecimento por parte do povo de Deus – Quando Deus dotava algum livro de autoridade, seu povo o reconhecia. Este reconhecimento ocorria imediatamente pela comunidade para a qual o livro foi destinado. 
Os escritos de Moisés foram reconhecidos em seus dias(êx. 24:3), como também os de Josué(Js. 24:26), os de Samuel(1 Sm. 10:25) e os de Jeremias(Dn. 9:2). Este reconhecimento seria confirmado pelos crentes do Novo Testamento e também por Jesus.

Coleção e preservação pelo povo de Deus – O povo de Deus colecionava e guardava sua Palavra. Os escritos de Moisés foram colocados na arca(Dt. 31:26). As palavras de Samuel foram colocadas num livro e o pôs perante o Senhor(1 Sm. 10:25). 
A lei de Moisés foi preservada no templo nos dias de Josias(2 Rs. 23:24). Daniel tinha uma coleção da lei de Moisés e dos profetas(Dn. 9:2; 6:13). 
Os crentes do Novo Testamento tinham toda escritura do Velho Testamento(2 Tm. 3:16), tanto a Lei como os Profetas(Mt. 5:17).

A diferença entre os livros canônicos e outros escritos religiosos

Apesar da importância que alguns livros tinham, assim como: Livro dos justos (Js. 10:13) e o Livro das Guerras do Senhor(Nm. 21:14), nem todos os escritos eram considerados canônicos.

Os livros apócrifos, escritos após o período do Velho Testamento (c. 400 a.C.), tinham seu valor religioso definido, porém jamais foram delimitadores da fé, doutrina e conduta cristãs, diferentemente dos escritos inspirados e dotados da autoridade divina, pois têm autoridade sobre os crentes.
Nenhum artigo de fé deve basear-se num livro não-canônico, não importando o valor religioso do mesmo.
A verdade transmitida pelos livros inspirados é que constitui o fundamento das verdades da fé.

A diferença ente canonização e categorização dos livros da Bíblia

Tem havido muita confusão quanto à data dos escritos sagrados e sua canonização. A quem defenda que a canonização foi modular. Ou seja, seguindo as datas das seções do Velho Testamento:
  • Lei (c. 400 a.C.)
  • Profetas (c. 200 a.C.)
  • Escritos (c. 100 a.C.)
Porém, algumas seções, assim como os Escritos foram reagrupados diversas vezes desde que foram redigidos e foram aceitos antes mesmo dessas datas e reagrupamentos, como veremos em breve.

Compilação Progressiva dos livros do Velho Testamento

A evidência da coleção progressiva dos livros proféticos

Desde o início, os escritos proféticos eram reunidos e guardados, tidos como inspirados e autorizados por Deus.
  • As leis de Moisés foram preservadas ao lado da arca da aliança (Dt. 31:24-26) e posteriormente no templo (2Rs. 22:8)
  • Josué acrescentou suas palavras no livro da lei de Deus(Js. 24:26)
  • Samuel informou o povo sobre os deveres do rei e escreveu em um livro e o pôs diante do Senhor(1 Sm. 10:25)
  • Ezequiel nos informa que havia um registro oficial de profetas e seus escritos no templo (Ez. 13:9)
  • Daniel refere-se aos livros que continham a “Lei de Moisés” e os “Profetas” (9:2,6,11)
Esta evidência de coleção progressiva dos escritos dos profetas se confirma pelo uso dos escritos dos profetas antigos feitos pelos profetas que viriam mais tarde.
  • Os livros de Moisés são citados por todo Velho Testamento. Desde Josué (1:7) até Malaquias (4:4)
  • Os livros de Reis citam a vida de Davi conforme narrada nos livros de Samuel
  • Crônicas faz uma revisão da história de Israel desde Gênesis até Reis, incluindo o elo genealógico mencionado apenas em Rute (1Cr. 2:12-13)
  • Neemias 9 resume a história de Israel conforme registro de Gênesis a Esdras
  • Há referências aos Provérbios de Salomão e ao Cântico dos cânticos em 1 Rs. 4:32
  • O profeta Jonas recita partes de muitos Salmos (Jn 2)
  • Ezequiel menciona Jó e Daniel (Ez. 14:14-20)
Nem todos os livros são citados em livros posteriores, porém há evidências suficientes para provarmos que existia uma coleção progressiva dos escritos considerados divinos e dotados de autoridade e inspiração.

A evidência da continuidade profética

Durante a coleção dos escritos proféticos, houve uma continuidade dos eventos e profecias narradas pelos seus autores. 
Os cinco primeiros livros da Bíblia foram escritos por Moisés. O próximo livro é o de Josué, porém vemos que o capítulo final de Deuteronômio narra a morte de Moisés. Por não ser um escrito profético, mas sim a narração de um fato da época, entendemos que não pode ter sido Moisés quem escreveu o final do livro de Deuteronômio.
Provavelmente teria sido Josué, já que foi o sucessor de Moisés. E em seu livro o primeiro capítulo continua os eventos imediatos acontecidos após a morte de Moisés.(Js. 1:1).
Juízes retoma a narrativa de onde parou o livro de Josué. Porém este registro só se completou nos dias de Samuel, como podemos observar pela frase “Naqueles dias não havia rei em Israel” (Jz. 17:6;18:1;19:1;21:25). Depois disso a continuidade profética se estabeleceu com a criação de uma escola de profetas dirigida por Samuel(1 Sm. 19:20). Desta escola sairiam vários livros que cobririam a história do povo de Israel e Judá no período dos reis e profetas. Vejamos:
  • A história de Davi foi escrita por Samuel (1 Sm.), por Natã e por Gade (1 Cr. 29:29)
  • A história de Salomão foi escrita por Natã, Aías e Ido (2 Cr. 9:29)
  • Os atos de Roboão foram escritos por Semaías e Ido (2 Cr. 12:15)
  • A história de Abias foi acrescentada pelo profeta Ido (2 Cr. 13:22)
  • A história do reinado de Josafá  foi registrada pelo profeta Jeú (2 Cr. 20:34)
  • A história do reinado de Ezequias foi registrada por Isaías (2 Cr. 32:32)
  • A história do reinando de Manassés foi registrada por profetas anônimos (2 Cr. 33:19)
  • Os demais reis também tiveram suas histórias registradas pelos profetas (2 Cr. 35:27)
Podemos perceber que os livros de Samuel, Reis e Crônicas não são idênticos aos livros mencionados acima. 
Nos parece que os livros do cânon do Velho Testamento são pequenos textos tirados de narrativas mais longas, como demonstra a frase “e os demais atos” do rei tal estão escritos no livro tal do profeta tal, isso demonstra claramente a sucessão profética iniciada por Samuel.

Notem que não houve menção a Jeremias, mesmo escrevendo antes e durante o exílio, ter escrito uma dessas histórias. Porém, Jeremias era um profeta, historiador e escritor, como claramente afirma em várias ocasiões: Jr. 30:2 – Jr. 36:1-2 – Jr. 45:1-2 – Jr. 51:60-63.

Podemos verificar que o último capítulo de 2 Reis corresponde aos capítulos 52, 39, 40 e 41.
Estes são indícios de que ele era responsável por ambos os livros.
 Mais tarde, no exílio, disse ter acesso aos livros de Moisés e dos profetas. 
Menciona não só Jeremias, mas também cita a predição do cativeiro no capítulo 25 (Dn. 9:2,6,11).
 Com base nisso é razoável supor que os resumos dos escritos proféticos tenha tomado a forma dos livros dos Reis.
 Desta forma, a continuidade profética a partir de Moisés, Josué e Samuel se completaria com as obras de Jeremias.
Durante o exílio, Daniel e Ezequiel continuaram o ministério profético. Ezequiel reconheceu um registro oficial de profetas nos arquivos do templo(Ez. 13:9). Ezequiel se referiu a Daniel como um “notável servo de Deus”(Ez. 14:14-20).
 Visto que Daniel possuía cópia dos livros de Moisés e dos profetas, dos quais o livro de Jeremias, podemos presumir razoavelmente que a comunidade judaica no exílio babilônico possuía os livros de Gênesis a Daniel.
Depois do exílio, Esdras volto da Babilônia levando consigo os livros de Moisés e dos profetas(Ed. 6:18 – Ne. 9:14,26-30). 
Nos livros de Crônicas sem dúvida ele registrou seu relato sacerdotal da história de Judá e do templo (Ne. 12:23).
 Crônicas está ligado a Esdras-Neemias pela repetição do último versículo de um, como o primeiro versículo do outro.
Com Neemias completa-se a cronologia profética. Cada profeta, desde Moisés até Neemias contribuiu para a crescente coleção de livros, que foi preservada pela comunidade dos profetas a partir de Samuel.
Até agora não existem evidências de que outros livros, houvessem alcançado canonização depois dessa época (c. 400 a.C.)

A evidência de que o cânon do Velho Testamento se concluiu com os profetas

Vimos que toda Escritura hebraica havia sido colecionada ao longo dos anos pelos profetas que Deus havia levantado.
Vimos também que houve continuidade nestes escritos. Cada novo profeta se apoiava na autoridade dos escritos do profeta anterior e juntava seus escritos aos escritos anteriores.

Na época de Neemias (c. 400 a.C.), os profetas já haviam produzido todo cânon hebraico, ou seja, os 24 livros que compõem a Bíblia hebraica.
O Novo Testamento cita praticamente todos os livros do cânon hebraico sem fazer menção a nenhum livro posterior a Malaquias.
Jesus parece colocar parâmetros no cânon do Velho Testamento, quando em Mt. 23:35 faz menção ao sangue de Abel, citando o livro de Gênesis, e mencionando o sangue de Zacarias(filho do sacerdote Joiada), citando o livro de 2 Crônicas (24:20-22), último livro do cânon hebraico.

domingo, 10 de julho de 2016

Só quero trazer a memória aquilo que me traz esperança.

“Minha alma certamente disto se lembra, e se abate dentro de mim. Só quero trazer a memória aquilo que me traz esperança.” (Lamentações 3:20-21)
     Jeremias era um profeta, um homem de Deus que tinha unção, graça, poder e era muito usado por Deus. Mas um dia a prova chegou na vida de Jeremias. E Jeremias começou a lamentar por toda aquela luta que ele estava passando e quanto mais ele falava dos problemas, mais ele ficava abatido e triste.
Quanto mais eu falo do problema do problema mais ele aumenta, quanto menos eu falo do problema mais ele diminui.
     Até que ele se cansou de lamentar vendo que não adiantava nada continuar lamentando. E tomou a decisão de trazer a memória somente aquilo que traria esperança.
  Depois de falar sobre aquilo que lhe trazia dor, tristeza e ressentimento durante 20 versículos no capítulo 3 de Lamentações, ele tomou uma decisão que mudou radicalmente a sua vida, no versículo 21 Ele disse: “Só quero trazer a memória aquilo que me traz esperança”.
     Muitas pessoas estão deixando de viver o que Deus tem para elas porque só trazem a memória aquilo que traz tristeza, e estão tão focadas nos problemas do passado que não conseguem ver o promessas que Deus tem para elas.
     A bíblia relata muitos casos de pessoas que tinham tudo para dar errado se fossem olhar para o problema. Abrãao era velho demais para ter filhos, Davi foi rejeitado por sua família e por seu profeta, José foi vendido como escravo pelos irmãos, Jefté era filho de uma prostituta, Gideão tinha um exército muito pequeno, Jesus já suava gotas de sangue e teria que ser crucificado, mas todos eles por terem decidido trazer a memória somente aquilo que lhes trariam esperança alcançaram lugares de honra e bênçãos da parte do Senhor. 
Abraão foi pai de uma multidão, Davi se tornou rei de Israel, José se tornou governador do Egito, Jefté se tornou juiz de Israel, Gideão venceu todo o exército dos midianitas com apenas trezentos homens, e quanto a Jesus “Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome; Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, E toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor. (Filipenses 2:9-11)
 

domingo, 19 de junho de 2016

Leia a Bíblia com frequencia



OS 7 PROPÓSITOS DA BÍBLIA:
1. Avisar, 1 Coríntios 10.11
2. Ensinar, Romanos 15.4
3. Tornar sábio, 2 Timóteo 3.15
4. Produzir fé, Romanos 10.17
5. Alegrar, Salmo 119.103
6. Santificar, João 17.17
7. Testificar, João 5.39

NOSSOS DEVERES PARA COM A BÍBLIA:
1. Ler, Apocalipse 1.3
2. Examinar, João 5.39
3. Amar, Deuteronômio 6.4-9
4. Confiar, Isaías 26.4
5. Obedecer, 1 Pedro 4.17
6. Meditar, Josué 1.8; Salmo 1.2
7. Esconder, Salmo 119.11

A BÍBLIA É COMPARADA A (A0):
1. Espada que vence (Ef 6.17)
2. Lâmpada que guia (Sl 119.105)
3. Espelho que revela (2 Co 3.18)
4. Leite que alimenta (1 Co 3.2)
5. Martelo que quebra (Jr 23.29)
6. Fogo que aquece (Sl 39.3)
7. Semente que produz (Lc 8.11)

sábado, 21 de maio de 2016

Para baixar o arquivo, clique com o botão direto do mouse sobre a figura e depois em “salvar destino como..”.
Os livros aqui postados, são disponibilizados pelo projeto “Democratização da Leitura“ . Este e outros títulos podem ser encontrados lá através do link www.portaldetonando.com.br E também no site “Semeadores da Palavra” no endereço eletrônico:  http://www.semeadoresdapalavra.net/
São leituras de referência. Recomendamos que adquiram os livros originais para abençoarem os autores. Clique em uma das imagens abaixo para realizar a leitura completa.
                     
       
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domingo, 15 de maio de 2016

Semana do coração abrasado

Semana do Coração abrasado

Os três tipos de Fogo do altar do Senhor



Os três tipos de Fogo do altar do Senhor

Texto : ( Lv 6.13 )


Fogo nos dá algo tremendo na palavra de Deus , a manifestação viva de Deus conosco “ 421 referências sobre a palavra fogo “
31 referências só no livro de levítico o fogo simboliza a presença de Deus


A) Foi em uma coluna de fogo que Deus ia diante do povo de Israel no frio do deserto
B) Foi com fogo que Deus destruiu a cidade de Sodoma e Gomorra
C) Foi com fogo que Deus utilizou Sansão para pegar as raposas e incendiar a seara dos filisteus
D) Foi com fogo que Elias destruiu seus inimigos que queriam o matar
E) Foi com tochas de fogo que Gideão derrotou o exército dos midianitas
F) Foi com Fogo que Deus recebeu o holocausto no monte carmelo , e derrotou os profetas de Baal
G) Foi com Fogo que Deus batizou os discipulos no dia de pentecoste, e as nações reberam o fogo
H) E vai ser com fogo que Deus vai trazer juízo a essa terra pois ele é um fogo consumidor , isso representa o fogo do Senhor

E a palavra do Senhor diz que o fogo arderá continuamente , Deus quer fazer ela arder na sua vida mais e mais

Por outro lado Altar significa :( vide o sermão " Quando o altar está quebrado " ) do mesmo autor - Altar - lugar de encontro com Deus , a bíblias menciona 322 referências sobre a palavra altar , o altar era o ponto culminante de encontro com Jeová . Altar fala de entrega total , como está seu altar diante do Senhor Deus ?


A) Abel tinha um altar diante de Deus
B) Noé tinha um altar diante de Deus
C) Abraão tinha um altar diante de Deus
D) Jacó tinha um altar diante de Deus
E) Moisés tinha um altar diante de Deus
F) Josué tinha um altar diante de Deus
G) Arão tinha um altar diante de Deus
H) Gideão tinha um altar diante de Deus
I) Samuel tinha um altar
J) Davi tinha um altar
K) Salomão tinha um altar
L) Zorobabel , Esdras , Neemias

Altar fala de concerto
Altar fala de sacrifício
Altar fala de Fogo e é sobre o fogo do altar que estamos falando


A Biblia fala que do altar do Senhor vem o fogo. O profeta Isaías recebeu brasa do altar de Deus , Ezequiel viu as brasa serem espalhadas na cidade ,do trono de Deus, João na revelação do Apocalipse viu o anjo espalhar fogo Ap 8 .5 e o anjo tomou o incensário, e o encheu do fogo do altar, e o lançou sobre a terra; e houve depois vozes, e trovões, e relâmpagos, e terremotos.

Vamos falar sobre os 3 Tipos de fogo do altar do Senhor

Deus quer manda r esse fogo para nós vai agora ajeitando, arrumando, concertando seu altar pois Deus há de se manisfestar com poder na sua vida

1) FOGO PURIFICADOR – É o fogo que prova a joia preciosa , e Deus está tirando as sua impurezas pois ele quer que voce seja um vaso de ouro e prata , não de pau , madeira , de palha , mas sim de ouro e prata para ser usado nas mãos dele. Esse fogo tocou em Isaías também e ele recebeu a confirmação da sua chamada profética , Deus hoje quer te purificar , com fogo purificador , te deixar branco de glória .

2) FOGO CONSUMIDOR- É o fogo que consome , onde vai destroi , devasta , arrasa , mas esse fogo na vida do crente não consome , por causa da misericórdia de Deus , e por isso que eu e voce não somos consumidos . Mas esse fogo como eu disse ele quer destruir as doenças , as enfermidades os problemas , as angústias , a tristeza , a depressão ,os seus inimigos , os demonios que lutam contra tua vida, Deus já está mandando fogo e eles vão cair por terra.

3) FOGO DO AVIVAMENTO – fogo que aviva a sua obra , o Profeta Habacuque , queria esse fogo , o profeta Joel profetizou , em Pentecoste eles receberam , e hoje não é diferente , a não ser que voce não quer , saia da frieza espiritual , crente laudicéia , crente consul ,crente iceberg e entra no fogo , Deus quer nos avivar , Deus quer capacitar voce com poder e fogo do Espírito Santo , e derramar nas nossas vidas , voce quer , então prepara pois Deus vai mandar do céu, Jesus disse Eu vim mandar fogo sobre a Terra.


Conclusão: Sem fogo não há poder deixa o fogo pegar , quantos querem colocar lenha no altar tirar a cinza para o fogo incendiar , quantos querem ver arder a sua vida em brasas do fervor novamente .Deus vai mandar se prepara eu já olho e vejo brasas a queimar na igreja, na tua vida, no teu coração no teu ministério.O Fogo arderá continuamente sobre o altar e não se apagará , voce como sacerdote escolhido não deixe ainda a chama apagar.


quinta-feira, 12 de maio de 2016

Passamos pelo fogo e pela água

12 de Maio
Passamos pelo fogo e pela água, mas trouxeste-nos a um lugar
de abundância. (Sl 66.12.)
Embora seja paradoxal, só conhece o descanso a pessoa que o
obtém através do conflito.

Esta paz, nascida do conflito, não é como o silêncio de morte que precede o temporal, mas, sim, como a quietude serena que vem depois dele.

Geralmente não são as pessoas prósperas e que nunca sofreram,
que são fortes e têm paz.
Sua estrutura nunca foi testada, e essas pessoas não sabem como irão se portar ante o mais leve choque.

 O marinheiro mais seguro não é o que jamais viu uma tempestade; este
servirá apenas para serviços de bom tempo; mas quando um temporal se
forma, vai para o posto importante o homem que já lutou contra a procela,
que provou o barco, que lhe conhece a inteireza do casco, a estrutura dos
cabos, as patas da âncora, capazes de agarrar-se aos fundos oceanos.

Quando a aflição nos atinge pela primeira vez, tudo cede terreno!
As nossas esperanças, que nos mantinham seguros, são arrancadas, e o coração se abate,
 como a parreira que a tempestade arrancou da latada.

Mas, passado o primeiro choque, quando somos capazes de olhar
para cima e dizer: “É o Senhor”, a fé levanta mais uma vez suas
esperanças partidas e liga-as fortemente aos pés de Deus.
Assim, o fim é
confiança, segurança e paz.