29 de Março
Considerai como crescem os lírios do campo. (Mt 6.28.)
“Preciso de óleo”, disse um monge; então plantou uma mudinha de
oliveira.
“Senhor”, orou ele, “ela precisa de chuva, para que suas
raízes tenras possam beber e crescer.
Manda chuvas brandas.”
E o Senhor mandou-lhe chuvas brandas.
“Senhor”, orou o monge, “minha
planta precisa de sol.
Peço-Te, manda sol.” E o sol brilhou, dourando as
nuvenzinhas chuvosas.
“Agora neve, meu Senhor, para robustecer seus
tecidos”, pediu o monge.
E lá ficou a plantinha coberta de neve brilhante. Mas à noite morreu.
Então o monge foi ao quarto de outro irmão e contou-lhe a estranha
experiência.
“Eu também plantei uma arvorezinha”, disse o outro, “e veja como está
viçosa!
Mas eu confio a minha planta ao Deus que a criou.
Ele que a fez
sabe do que ela precisa, melhor do que um homem como eu.
Não impus condições. Não estabeleci meios ou maneiras.
Orei: ‘Senhor,
manda-lhe o que ela necessita. Sol ou chuva, vento ou neve. Tu a
fizeste, e Tu sabes.”
Faça como os lírios, Deixe com o Senhor! Eles
crescem… crescem…
Quer no sol… na chuva… Crescem e são cuidados!
Deixe com o Senhor!
Muito mais que aos lírios Deus lhe tem amor!
Ele É quem trabalha Pra
quem nele espera.
Sem temor, descanse… Deixe com o Senhor!
terça-feira, 29 de março de 2016
sábado, 26 de março de 2016
Emocionante
26 de Março
Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não são para comparar com a glória por vir a ser revelada em nós. (Rm 8.18.)
Um notável incidente ocorreu certa vez numa cerimônia de casamento na Inglaterra.
Um rapaz muito rico e de elevada posição social, que havia perdido a vista num acidente aos dez anos de idade, e que a despeito da cegueira havia concluído o curso superior, estava noivo de uma jovem muito linda.
Algum tempo antes do casamento ele havia se submetido a uma série de tratamentos em mãos de especialistas, e o clímax veio no dia da cerimônia. Havia chegado a hora, e ali estavam os convidados.
Entre estes, ministros de estado, generais e bispos, e outras pessoas importantes. O noivo, muito bem vestido, com os olhos ainda vendados, entrou na igreja com o pai, e juntos se dirigiram à sala paroquial, onde se encontraram com o médico do rapaz.
Chegou a noiva. Foi entrando na igreja pelo braço do pai.
Grande era a sua emoção.
Será que finalmente aquele que ela amava iria poder ver o seu rosto, que tantos admiravam mas que ele só conhecia pelo tato?
Ao aproximar-se do altar, enquanto ressoavam ainda os últimos acordes da marcha nupcial, seus olhos pousaram num estranho grupo.
Ali estava o rapaz com o pai, e, junto do moço, o médico, que acabava de tirar de seus olhos a última atadura.
O noivo deu um passo à frente, com aquela dramática incerteza de alguém que não consegue acreditar que está acordado.
Caía-lhe sobre o rosto um raio de luz rósea vindo de um vitral, mas isso não chamou a sua atenção.
Estaria ele vendo alguma coisa? Sim!
Recobrando num instante sua firmeza de expressão, e com uma dignidade e gozo jamais vistos em seu rosto, adiantou-se ao encontro da noiva.
Olharam-se ambos nos olhos, e dir-se-ia que os olhos dele jamais deixariam o rosto da moça. “Até que enfim!” murmurou ela. “Até que enfim!” ecoou ele solenemente, inclinando-se.
Foi uma cena de grande impacto, e sem dúvida de imensa alegria.
E, no entanto, é apenas uma mera sugestão do acontecerá no céu quando o crente que tem andado por este mundo de provas e dores vir o Senhor face a face.
Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não são para comparar com a glória por vir a ser revelada em nós. (Rm 8.18.)
Um notável incidente ocorreu certa vez numa cerimônia de casamento na Inglaterra.
Um rapaz muito rico e de elevada posição social, que havia perdido a vista num acidente aos dez anos de idade, e que a despeito da cegueira havia concluído o curso superior, estava noivo de uma jovem muito linda.
Algum tempo antes do casamento ele havia se submetido a uma série de tratamentos em mãos de especialistas, e o clímax veio no dia da cerimônia. Havia chegado a hora, e ali estavam os convidados.
Entre estes, ministros de estado, generais e bispos, e outras pessoas importantes. O noivo, muito bem vestido, com os olhos ainda vendados, entrou na igreja com o pai, e juntos se dirigiram à sala paroquial, onde se encontraram com o médico do rapaz.
Chegou a noiva. Foi entrando na igreja pelo braço do pai.
Grande era a sua emoção.
Será que finalmente aquele que ela amava iria poder ver o seu rosto, que tantos admiravam mas que ele só conhecia pelo tato?
Ao aproximar-se do altar, enquanto ressoavam ainda os últimos acordes da marcha nupcial, seus olhos pousaram num estranho grupo.
Ali estava o rapaz com o pai, e, junto do moço, o médico, que acabava de tirar de seus olhos a última atadura.
O noivo deu um passo à frente, com aquela dramática incerteza de alguém que não consegue acreditar que está acordado.
Caía-lhe sobre o rosto um raio de luz rósea vindo de um vitral, mas isso não chamou a sua atenção.
Estaria ele vendo alguma coisa? Sim!
Recobrando num instante sua firmeza de expressão, e com uma dignidade e gozo jamais vistos em seu rosto, adiantou-se ao encontro da noiva.
Olharam-se ambos nos olhos, e dir-se-ia que os olhos dele jamais deixariam o rosto da moça. “Até que enfim!” murmurou ela. “Até que enfim!” ecoou ele solenemente, inclinando-se.
Foi uma cena de grande impacto, e sem dúvida de imensa alegria.
E, no entanto, é apenas uma mera sugestão do acontecerá no céu quando o crente que tem andado por este mundo de provas e dores vir o Senhor face a face.
quinta-feira, 24 de março de 2016
quarta-feira, 23 de março de 2016
Métodos de prosperidade
Métodos de prosperidade
Deus confia a cada um de nós certos recursos e
capacidades, e espera que sejamos bons mordomos daquilo que possuímos.
(1
Co.4:2: “O que se requer dos despenseiros é que cada um seja encontrado fiel”).
Muitos crentes, vivendo desorganizadamente no aspecto financeiro muitas vezes
endividados, não apenas impedem a si mesmos de servirem a Deus, mas também
vivem afligidos; sentem a aflição de ver as contas amontoando no final do mês,
sabendo que não têm o dinheiro para salda-las imediatamente.
Deus sabia que
sofreríamos este tipo de pressão e não queria ver-nos envolvidos nisso.
Por
isso, Sua Palavra diz: “A ninguém fiqueis devendo coisa alguma” (Rm. 13:8).
E
fez apenas uma exceção: nossa dívida de amor.
Esta é a única dívida que
precisamos estar constantemente pagando e nunca terminaremos de pagar.
Somos gratos a Deus por tudo o que temos conseguido na vida
material. Mas as vezes nos envolvemos em problemas que tiram nossa paz e nos
fazem perder a bênção de Deus
Os problemas
mais comuns com dívida são:
1. Motivos errados: avareza
cobiça e inveja (Provérbios 23:1-5; Tiago 4:2-4).
Em vez de exercer domínio
próprio para poupar dinheiro e comprar à vista, pessoas se enganam e pagam
prestações para obter as coisas imediatamente.
2.
Procedimento errado:
desonestidade.
A pessoa que promete pagar é obrigada cumprir a promessa.
Aquele
que promete e não paga está pecando.
Quem promete quando sabe que não tem
condições para pagar é um mentiroso.(Efésios 4:1,25; Mateus 5:37).
3. Vida desordenada: falta de
administração.
Ao invés de cuidar das suas obrigações como Deus mandou, o
devedor acaba sendo dominado por outros (Provérbios 22:7).
Falta domínio
próprio, uma das qualidades essenciais da vida cristã (Gálatas 5:23; 2 Pedro
1:6).Ao ofertar
hoje faça-o com gratidão por tudo o que tens conquistado com a ajuda de Deus.
segunda-feira, 21 de março de 2016
21 de Março
Seja-vos feito segundo a vossa fé. (Mt 9.29.)
Podemos dizer que uma pessoa ”prevaleceu em oração” quando, durante a oração, ela teve a certeza de que foi atendida, e ficou realmente consciente de já ter recebido aquilo que estava pedindo.
Não nos esqueçamos de que nenhuma circunstância terrena pode impedir o cumprimento da Sua Palavra, se de fato estamos olhando firmemente para a imutabilidade daquela Palavra, e não para a incerteza deste mundo que está sempre mudando.
Deus quer que creiamos na Sua Palavra, sem outra confirmação, e então Ele está pronto a dar-nos “segundo a nossa fé”.
Faça prova de Deus, Que as promessas de Deus Permanecem de pé. Pois a fé honra a Deus, Também, Deus honra a fé. Faça prova de Deus.
A oração da era de Pentecostes era como um cheque a ser pago em moeda perante sua apresentação. — B. Anderson E disse Deus… E assim se fez. (Gn 1.6,7.)
Seja-vos feito segundo a vossa fé. (Mt 9.29.)
Podemos dizer que uma pessoa ”prevaleceu em oração” quando, durante a oração, ela teve a certeza de que foi atendida, e ficou realmente consciente de já ter recebido aquilo que estava pedindo.
Não nos esqueçamos de que nenhuma circunstância terrena pode impedir o cumprimento da Sua Palavra, se de fato estamos olhando firmemente para a imutabilidade daquela Palavra, e não para a incerteza deste mundo que está sempre mudando.
Deus quer que creiamos na Sua Palavra, sem outra confirmação, e então Ele está pronto a dar-nos “segundo a nossa fé”.
Faça prova de Deus, Que as promessas de Deus Permanecem de pé. Pois a fé honra a Deus, Também, Deus honra a fé. Faça prova de Deus.
A oração da era de Pentecostes era como um cheque a ser pago em moeda perante sua apresentação. — B. Anderson E disse Deus… E assim se fez. (Gn 1.6,7.)
quarta-feira, 16 de março de 2016
O controle remoto e a cruz
O CONTROLE REMOTO É UM APARELHO MUITO ÚTIL.
Durante qualquer filme nós podemos pular partes ou voltar atrás para cenas interessantes.
Quando um acidente ocorre podemos voltar para o momento antes.
Quando uma pessoa fala algo que não devia, podemos retornar ao momento antes que ela falou.
Podemos até parar uma bala no tempo e impedir que uma pessoa morra.
Tudo isso com o controle remoto.
Não seria bom se tivéssemos um controle remoto para a vida?
No filme “Click” (2006) Adam Sandler faz o papel de um arquiteto sobrecarregado que descobre um controle remoto universal que permita ele parar tudo ao seu redor enquanto ele faz o que quer.
Ele pode pular situações complicadas, ou adiantar momentos de vitória na sua vida pessoal.
Ele pode até voltar atrás na vida.Só tem um porém.
Ele não pode mudar o passado.
Você já quiz mudar algo que você fez na vida?
Você já teve vontade de voltar atrás em algo que você falou?
Teve alguma situação na sua vida em que você fez algo que, você daria qualquer coisa para desfazer?
Como seria bom se tivéssemos um controle remoto universal para voltar atrás em nossas vidas!
Aquela palavra, aquele ato, aquela reação, aquela atitude.
Como seria bom se pudéssemos voltar no tempo e mudá-los.
O pior é o que nós não conseguimos deixar de lembrar.
Um dos piores castigo é a nossa própria memória.
Pode ser que nenhuma outra pessoa nesse salão, nem seu marido, nem sua esposa, nem seus pais, nem seu melhor amigo – sabe.
Mas, você sabe.
E você sabe que Deus sabe.
Ficamos pensando, será que Jesus vai me perdoar?
Será que ele perdoa aquele pecado?
Será que ele perdoa o número de vezes que eu caí naquele pecado?
Será que há perdão para mim?
Você já lutou com essa dúvida?
Você já ficou angustiado, perturbado, com medo de que Deus não perdoaria o seu pecado?
Uma das razões que é difícil acreditar no perdão de Deus é porque todo mundo sabe que o certo é: se você errou, você tem que pagar.
Quem cometeu o crime é que deve que ser punido.
Quem infringiu a lei é que deve pagar.
Todo nosso sistema de justiça é baseado nesse princípio.
Então dentro de nós, nós sentimos – eu vou ter que pagar por isso.
Nós sabemos – isso é o certo.
Mas, ao mesmo tempo, a gente tem pavor de encarar a punição.
Se você já se perguntou se Deus pode lhe perdoar, se Jesus pode lavar o seu pecado, vá comigo para: Lucas 23:32-43 (NVI)
32 Dois outros homens, ambos criminosos, também foram levados com ele, para serem executados.
33 Quando chegaram ao lugar chamado Caveira, ali o crucificaram com os criminosos, um à sua direita e o outro à sua esquerda.
34 Jesus disse: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo”. Então eles dividiram as roupas dele, tirando sortes.
35 O povo ficou observando, e as autoridades o ridicularizavam. “Salvou os outros”, diziam; “salve-se a si mesmo, se é o Cristo de Deus, o Escolhido.”
36 Os soldados, aproximando-se, também zombavam dele. Oferecendo-lhe vinagre, 37 diziam: “Se você é o rei dos judeus, salve-se a si mesmo”.
38 Havia uma inscrição acima dele, que dizia: ESTE É O REI DOS JUDEUS.
39 Um dos criminosos que ali estavam dependurados lançava-lhe insultos: “Você não é o Cristo? Salve-se a si mesmo e a nós!”
40 Mas o outro criminoso o repreendeu, dizendo: “Você não teme a Deus, nem estando sob a mesma sentença?
41 Nós estamos sendo punidos com justiça, porque estamos recebendo o que os nossos atos merecem. Mas este homem não cometeu nenhum mal”.
42 Então ele disse: “Jesus, lembra-te de mim quando entrares no teu Reino”.
43 Jesus lhe respondeu: “Eu lhe garanto: Hoje você estará comigo no paraíso”.
Como Deus não faz nada por acaso, eu acredito que o fato de Jesus ser crucificado entre dois criminosos também foi conforme o plano de Deus.
Você tem:
Dois homens.
Duas respostas a Jesus.
Um crê.
O outro zomba.
Um despreza.
O outro pede.
Um morre sozinho.
O outro passa para a eternidade na companhia do Rei dos Reis.
Quando o “bom ladrão” pediu a Jesus que o lembrasse, será que ele estava confiante em ter seus pecados perdoados?
Eu penso que não.
Eu penso que, ele, como eu, e talvez como você, tinha medo de enfrentar o juízo.
Ele temia não estar pronto para o julgamento final.
Se ele pudesse ter voltado atrás e ter mudado tudo em sua vida, não tenho dúvida que ele teria feito naquela hora.
Mas, ele não podia.
Nem tampouco ele tinha como pagar o preço pelo que fez.
Mas, ele descobriu que estava pendurado ao lado de quem podia.
E, contra tudo que o bom senso e a lógica diziam, ele pediu, ele clamou por misericórdia.
E ele achou.
Por que?
Porque foi para isso que Jesus veio.
Jesus não veio para condenar, ele veio para salvar. (Lucas 19:10)
E foi isso que Jesus fez até os últimos momentos da vida dele.
É isso que ele quer fazer para você ainda hoje.
Se você tiver algo, ou algumas coisas, ou talvez uma vida inteira de atos e palavras e atitudes que você queria mudar, venha para Jesus.
Durante qualquer filme nós podemos pular partes ou voltar atrás para cenas interessantes.
Quando um acidente ocorre podemos voltar para o momento antes.
Quando uma pessoa fala algo que não devia, podemos retornar ao momento antes que ela falou.
Podemos até parar uma bala no tempo e impedir que uma pessoa morra.
Tudo isso com o controle remoto.
Não seria bom se tivéssemos um controle remoto para a vida?
No filme “Click” (2006) Adam Sandler faz o papel de um arquiteto sobrecarregado que descobre um controle remoto universal que permita ele parar tudo ao seu redor enquanto ele faz o que quer.
Ele pode pular situações complicadas, ou adiantar momentos de vitória na sua vida pessoal.
Ele pode até voltar atrás na vida.Só tem um porém.
Ele não pode mudar o passado.
Você já teve vontade de voltar atrás em algo que você falou?
Teve alguma situação na sua vida em que você fez algo que, você daria qualquer coisa para desfazer?
Como seria bom se tivéssemos um controle remoto universal para voltar atrás em nossas vidas!
Aquela palavra, aquele ato, aquela reação, aquela atitude.
Como seria bom se pudéssemos voltar no tempo e mudá-los.
Mas, não podemos.
E a gente sabe que, porque não podemos apagar aquela palavra, ou retirar aquela frase, algumas pessoas nunca vão esquecer.
E algumas delas nunca nos deixam esquecer.
Não podemos limpar a traição.
Nem conseguimos tirar da nossa memória o efeito daquela droga, daquela garrafa, daquela loucura.
Mas, o pior não é que o que os outros não nos deixam esquecer. Nem conseguimos tirar da nossa memória o efeito daquela droga, daquela garrafa, daquela loucura.
O pior é o que nós não conseguimos deixar de lembrar.
Um dos piores castigo é a nossa própria memória.
Pode ser que nenhuma outra pessoa nesse salão, nem seu marido, nem sua esposa, nem seus pais, nem seu melhor amigo – sabe.
Mas, você sabe.
E você sabe que Deus sabe.
Ficamos pensando, será que Jesus vai me perdoar?
Será que ele perdoa aquele pecado?
Será que ele perdoa o número de vezes que eu caí naquele pecado?
Será que há perdão para mim?
Você já lutou com essa dúvida?
Você já ficou angustiado, perturbado, com medo de que Deus não perdoaria o seu pecado?
Uma das razões que é difícil acreditar no perdão de Deus é porque todo mundo sabe que o certo é: se você errou, você tem que pagar.
Quem cometeu o crime é que deve que ser punido.
Quem infringiu a lei é que deve pagar.
Todo nosso sistema de justiça é baseado nesse princípio.
Então dentro de nós, nós sentimos – eu vou ter que pagar por isso.
Nós sabemos – isso é o certo.
Mas, ao mesmo tempo, a gente tem pavor de encarar a punição.
Se você já se perguntou se Deus pode lhe perdoar, se Jesus pode lavar o seu pecado, vá comigo para: Lucas 23:32-43 (NVI)
32 Dois outros homens, ambos criminosos, também foram levados com ele, para serem executados.
33 Quando chegaram ao lugar chamado Caveira, ali o crucificaram com os criminosos, um à sua direita e o outro à sua esquerda.
34 Jesus disse: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo”. Então eles dividiram as roupas dele, tirando sortes.
35 O povo ficou observando, e as autoridades o ridicularizavam. “Salvou os outros”, diziam; “salve-se a si mesmo, se é o Cristo de Deus, o Escolhido.”
36 Os soldados, aproximando-se, também zombavam dele. Oferecendo-lhe vinagre, 37 diziam: “Se você é o rei dos judeus, salve-se a si mesmo”.
38 Havia uma inscrição acima dele, que dizia: ESTE É O REI DOS JUDEUS.
39 Um dos criminosos que ali estavam dependurados lançava-lhe insultos: “Você não é o Cristo? Salve-se a si mesmo e a nós!”
40 Mas o outro criminoso o repreendeu, dizendo: “Você não teme a Deus, nem estando sob a mesma sentença?
41 Nós estamos sendo punidos com justiça, porque estamos recebendo o que os nossos atos merecem. Mas este homem não cometeu nenhum mal”.
42 Então ele disse: “Jesus, lembra-te de mim quando entrares no teu Reino”.
43 Jesus lhe respondeu: “Eu lhe garanto: Hoje você estará comigo no paraíso”.
Como Deus não faz nada por acaso, eu acredito que o fato de Jesus ser crucificado entre dois criminosos também foi conforme o plano de Deus.
Você tem:
Dois homens.
Duas respostas a Jesus.
Um crê.
O outro zomba.
Um despreza.
O outro pede.
Um morre sozinho.
O outro passa para a eternidade na companhia do Rei dos Reis.
Quando o “bom ladrão” pediu a Jesus que o lembrasse, será que ele estava confiante em ter seus pecados perdoados?
Eu penso que não.
Eu penso que, ele, como eu, e talvez como você, tinha medo de enfrentar o juízo.
Ele temia não estar pronto para o julgamento final.
Se ele pudesse ter voltado atrás e ter mudado tudo em sua vida, não tenho dúvida que ele teria feito naquela hora.
Mas, ele não podia.
Nem tampouco ele tinha como pagar o preço pelo que fez.
Mas, ele descobriu que estava pendurado ao lado de quem podia.
E, contra tudo que o bom senso e a lógica diziam, ele pediu, ele clamou por misericórdia.
E ele achou.
Por que?
Porque foi para isso que Jesus veio.
Jesus não veio para condenar, ele veio para salvar. (Lucas 19:10)
E foi isso que Jesus fez até os últimos momentos da vida dele.
É isso que ele quer fazer para você ainda hoje.
Se você tiver algo, ou algumas coisas, ou talvez uma vida inteira de atos e palavras e atitudes que você queria mudar, venha para Jesus.
terça-feira, 15 de março de 2016
15 de março
15 de Março
Não ternas, ó vermezinho de Jacó… Eis que farei de ti um trilho cortante e novo. (Is 41.14,15.)
Poderiam duas coisas ser mais contrastantes que um verme e um instrumento de trilhar?
O verme é tenro, esmaga-se sob uma pedra ou sob a roda que passa; um instrumento de trilhar é capaz de quebrar sem ser quebrado; é capaz de deixar marca sobre uma rocha.
E o Deus poderoso pode converter um no outro. Ele pode tomar um homem ou uma nação que tenha a fragilidade do verme, e, com o vigor do Seu Espírito, imprimir-lhe uma força tal, que venha a exercer uma influência marcante sobre a história.
Portanto, o verme não deve desanimar. O Deus poderoso pode fazer-nos mais fortes do que as circunstâncias. Ele pode dispô-las todas para o nosso bem. Na força de Deus, podemos fazer com que todas elas contribuam para o nosso bem.
Podemos até extrair de um amargo desapontamento uma bênção da graça. Quando Deus nos dá uma vontade de ferro, podemos vencer as dificuldades como a lâmina do arado, que abre sulco no solo mais duro. “Farei de ti” — e não o fará? Cristo está edificando o Seu reino com vidas quebrantadas.
Os homens querem somente o que é forte, bem sucedido, vitorioso, inquebrável, para a construção de seus reinos; mas Deus é o Deus dos mal-sucedidos, daqueles que fracassaram.
O céu está ficando cheio de vidas quebrantadas, e não há cana quebrada que Cristo não possa restaurar e transformar em uma gloriosa bênção.
Ele pode tomar a vida esmagada pela dor ou tristeza e torná-la numa harpa cuja música será toda de louvor.
Ele pode nos erguer do mais triste fracasso terreno à glória do céu. — J. R. Miller
Fui pesada em balança, e achada em falta. Cercada por estranha situação, Provei-me aquém da situação: em falta. Vi no meu ser coisas que eu não sabia!
(Mas Tu sabias; ainda assim me amavas.) Na Tua cruz as deixo, Salvador. E eis, meu Senhor, o coração em falta — Opere a Tua suficiência em mim. Graças Te dou, que assim me revelaste: O meu vazio, e o suprimento em Ti!
Não ternas, ó vermezinho de Jacó… Eis que farei de ti um trilho cortante e novo. (Is 41.14,15.)
Poderiam duas coisas ser mais contrastantes que um verme e um instrumento de trilhar?
O verme é tenro, esmaga-se sob uma pedra ou sob a roda que passa; um instrumento de trilhar é capaz de quebrar sem ser quebrado; é capaz de deixar marca sobre uma rocha.
E o Deus poderoso pode converter um no outro. Ele pode tomar um homem ou uma nação que tenha a fragilidade do verme, e, com o vigor do Seu Espírito, imprimir-lhe uma força tal, que venha a exercer uma influência marcante sobre a história.
Portanto, o verme não deve desanimar. O Deus poderoso pode fazer-nos mais fortes do que as circunstâncias. Ele pode dispô-las todas para o nosso bem. Na força de Deus, podemos fazer com que todas elas contribuam para o nosso bem.
Podemos até extrair de um amargo desapontamento uma bênção da graça. Quando Deus nos dá uma vontade de ferro, podemos vencer as dificuldades como a lâmina do arado, que abre sulco no solo mais duro. “Farei de ti” — e não o fará? Cristo está edificando o Seu reino com vidas quebrantadas.
Os homens querem somente o que é forte, bem sucedido, vitorioso, inquebrável, para a construção de seus reinos; mas Deus é o Deus dos mal-sucedidos, daqueles que fracassaram.
O céu está ficando cheio de vidas quebrantadas, e não há cana quebrada que Cristo não possa restaurar e transformar em uma gloriosa bênção.
Ele pode tomar a vida esmagada pela dor ou tristeza e torná-la numa harpa cuja música será toda de louvor.
Ele pode nos erguer do mais triste fracasso terreno à glória do céu. — J. R. Miller
Fui pesada em balança, e achada em falta. Cercada por estranha situação, Provei-me aquém da situação: em falta. Vi no meu ser coisas que eu não sabia!
(Mas Tu sabias; ainda assim me amavas.) Na Tua cruz as deixo, Salvador. E eis, meu Senhor, o coração em falta — Opere a Tua suficiência em mim. Graças Te dou, que assim me revelaste: O meu vazio, e o suprimento em Ti!
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